Entre os sábios da China figura também o Mestre Chuang-Tzu. Quando vive, donde é que é oriundo (procura um mapa), com quem se confronta nos seus escritos? Podes encontrar elementos nesta ligação ou, então, procura outra.
Novembro 11, 2006
Entre os sábios da China figura também o Mestre Chuang-Tzu. Quando vive, donde é que é oriundo (procura um mapa), com quem se confronta nos seus escritos? Podes encontrar elementos nesta ligação ou, então, procura outra.
Dezembro 7, 2007 at 10:43 pm
Chuang-Tzu foi um filósofo chinês, que viveu no sécIV DC.
Escreveu um livro da religião Taoísta, que é um prolongamento do Tao Te Ching, e chama-se Zhuangzi (porque chamavam ao autor Zhao).
O livro contém a descrição da evolução da cultura do Sul da China dono eu penso que ele esja oriundo.
A sua filosofia consistia em que a vida era demasiado pequena para as coisas que nela podíamos aprender e que o corpo era uma completação da mente.
Junho 4, 2008 at 11:58 am
O mestre Chuang Tzu foi um filósofo Taoísta da China antiga, que viveu entre os séculos 369 a.C. e 286 a.C..
Março 13, 2009 at 4:09 am
O mestre Chuang Tzu, que viveu nos séculos 369 a.c e 286 a.c. foi um dos principais, senão o principal, filósofo que desenvolveu no Taoísmo tradicional Chinês, seu lado perceptivo, chamado ‘Zen’.
Deixando-o mais Zen!
A ‘forma’ acerca da metafísica do ‘Tal’ ou ‘Dal’, verifica-se como sendo apenas mais um pensamento! Produto da história holística do ser-humano que ainda dá forma e excelência, interpretando através da mente sua própria interpretação.
O homem deveria ’ser’ a não-forma. Em seu estar-aí sem mundo, natural e espontaneamente, sem forma pré-definível. O silêncio pode ser percebido… não interpretado!
A idéia do nada, sendo ainda idéia e não o próprio nada, não pode pressupor a totalidade.
Encontrando o ser dentro do próprio ser e interagindo ,de dentro para fora, com a natureza mutante que acha o infinito no finito das coisas, a unidade na multiplicidade e a eternidade na liberdade do ser como ser; o mundo como conjunto de todas as coisas que interagem entre si: como a nuvem que precipita em água e que volta a ser nuvem, a noite e o dia sendo um só estado mantenedor de dois fenômenos visuais, denominados dia e noite. O sim que se converte em não, o yin em yang, e, ainda que opostos e interagindo, não seriam e seriam ao mesmo tempo.
O paradoxo dos textos sempre será visível, prova de que as palavras que denominam o indenominável, nunca terão o peso necessário para definir o indefinível.